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	<title>Pablo Pereira</title>
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	<description>Escrita criativa</description>
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		<title>Aura Clara XX</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2012 09:00:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pablo Pereira Aquele olhar, sempre a me pedir confissões. Lábios levemente molhados. Mãos firmes. Braços envolvidos, apertados. Hálito íntimo, nuca entregue. Corpos em movimento. Suor que desata. Impulsos vorazes de presente. Intensos e verdadeiros. Nus. Repletos de tudo, de vida, de paradoxo. Fugitivos a sós. Tão profundos em si mesmos. Tão demasiadamente vivos. Transparentes de água, mergulhados em&#160;<a href="http://www.pablopereira.com.br/aura-clara-xx/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Por <strong>Pablo Pereira</strong>
</br></br>
<p style="text-align: justify;">Aquele olhar, sempre a me pedir confissões. Lábios levemente molhados. Mãos firmes. Braços envolvidos, apertados. Hálito íntimo, nuca entregue. Corpos em movimento. Suor que desata. Impulsos vorazes de presente. Intensos e verdadeiros. Nus. Repletos de tudo, de vida, de paradoxo. Fugitivos a sós. Tão profundos em si mesmos. Tão demasiadamente vivos. Transparentes de água, mergulhados em vícios. Por quererem a última gota. Sufocados em desejo.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Aura Clara XIX</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Apr 2012 09:00:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pablo Pereira O silêncio guarda sentimentos, mas as almas desconhecem tal intenção. Correm por aí. Falam demais. Traem. Querem sempre mais. Provocam a voz. Incitam os escritos. Desfazem enganos. Descobrem a delícia de se reconhecerem. Almas gêmeas. Sopram vagarosamente nos ouvidos. Contam aventuras de outras vidas. Convencem. Confundem corpo e mente. Sorriem para o amor. Sem deixar o&#160;<a href="http://www.pablopereira.com.br/aura-clara-xix/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Por <strong>Pablo Pereira</strong>
</br></br>
<p style="text-align: justify;">O silêncio guarda sentimentos, mas as almas desconhecem tal intenção. Correm por aí. Falam demais. Traem. Querem sempre mais. Provocam a voz. Incitam os escritos. Desfazem enganos. Descobrem a delícia de se reconhecerem. Almas gêmeas. Sopram vagarosamente nos ouvidos. Contam aventuras de outras vidas. Convencem. Confundem corpo e mente. Sorriem para o amor. Sem deixar o sol se apagar. O mar secar em lágrimas. E o brilho da lua evaporar.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Aura Clara XVII</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Apr 2012 09:00:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pablo Pereira As palavras enganam. Criam castelos imaginários. Criaturas delicadas. Mentiras. Um vazio decifrado por desatentos. Uma ilusão com dias contados. Nada parece o que é. Sem ser. Aleatório e inconsequente. Ser. Por tanto sonhar. E rever os antigos olhos de um mendigo em pânico. A passos largos. Catando rimas. Aspirando verbos. Sem ser. O último vento.&#160;<a href="http://www.pablopereira.com.br/aura-clara-xvii/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Por <strong>Pablo Pereira</strong>
</br></br>
<p style="text-align: justify;">As palavras enganam. Criam castelos imaginários. Criaturas delicadas. Mentiras. Um vazio decifrado por desatentos. Uma ilusão com dias contados. Nada parece o que é. Sem ser. Aleatório e inconsequente. Ser. Por tanto sonhar. E rever os antigos olhos de um mendigo em pânico. A passos largos. Catando rimas. Aspirando verbos. Sem ser. O último vento. Do ar que nunca existiu. Do beijo nosso de cada dia. Do sonho que se desfaz em palavras.</p>
&nbsp;
]]></content:encoded>
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		<title>Aura Clara XVI</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 09:00:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pablo Pereira Tudo era silêncio. E a ausência do olhar. Sabor de carambola. Aroma que protege. Sensações angelicais de não estar. Sob a névoa de pensamentos absolutos. De não entender. Agora. Do amor que cuida. De sorrisos e lágrimas confundidos. E mergulhados no abismo. Outra vez. Um novo dia e o inexplicável sentimento de não estar. Em&#160;<a href="http://www.pablopereira.com.br/aura-clara-xvi/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Por <strong>Pablo Pereira</strong>
</br></br>
<p style="text-align: justify;">Tudo era silêncio. E a ausência do olhar. Sabor de carambola. Aroma que protege. Sensações angelicais de não estar. Sob a névoa de pensamentos absolutos. De não entender. Agora. Do amor que cuida. De sorrisos e lágrimas confundidos. E mergulhados no abismo. Outra vez. Um novo dia e o inexplicável sentimento de não estar. Em silêncio. Disparates e soluções surreais. De um destino pândego. Extasiado em si.</p>
</br></br>]]></content:encoded>
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		<title>Aura Clara XV</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 17:35:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pablo Pereira Estranhamente vazio. De procura por mais um precioso sorriso. Sem mais. E reclino, declino, esvaído. Por perceber a ausência. Por não compreender a separação da alma. Silêncio, com pitadas de dor. Palavras relidas à exaustão. E a contínua descrença. De jamais saber do que era feito tal cristal. De aura clara à indelével sensação de&#160;<a href="http://www.pablopereira.com.br/aura-clara-xv/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Por <strong>Pablo Pereira</strong>
</br></br>
<p style="text-align: justify;">Estranhamente vazio. De procura por mais um precioso sorriso. Sem mais. E reclino, declino, esvaído. Por perceber a ausência. Por não compreender a separação da alma. Silêncio, com pitadas de dor. Palavras relidas à exaustão. E a contínua descrença. De jamais saber do que era feito tal cristal. De aura clara à indelével sensação de impotência. Mudo.</p>
</br></br>]]></content:encoded>
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		<title>Aura Clara XIV</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 09:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pablo Pereira &#160; Olhar imponente. Deusa da guerra. Grécia encantada de aura clara. Vestido claro que envolve. Lábios vermelhos que provocam. Traços clássicos, embebidos de sangue, de guerra, de amor. Poder de confundir, de alterar, matar. O paraíso indescritível de um cenário qualquer. Ao longe, a arquitetura de Atenas surpreende. Deusa grega de mármore perfeito. Resgate da&#160;<a href="http://www.pablopereira.com.br/aura-clara-xiv/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Por <strong>Pablo Pereira</strong>
</br></br>
&nbsp;
<p style="text-align: justify;">Olhar imponente. Deusa da guerra. Grécia encantada de aura clara. Vestido claro que envolve. Lábios vermelhos que provocam. Traços clássicos, embebidos de sangue, de guerra, de amor. Poder de confundir, de alterar, matar. O paraíso indescritível de um cenário qualquer. Ao longe, a arquitetura de Atenas surpreende. Deusa grega de mármore perfeito. Resgate da beleza ímpar, da história fascinante. De querer sempre mais. Amor e guerra.</p>
</br></br>]]></content:encoded>
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		<title>Aura Clara XIII</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 09:00:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pablo Pereira Algo se quebrou. Beijo partido. Espera. Palavra partida. Espera contínua. Mais uma vez. A ilusão arrefeceu. O aroma dissipou. A palavra findou. Espera. E o sonho encantado parece desmanchar. Recomeço aqui. Uma história atemporal. As passagens constituem um novo encontro entre dimensões. Tudo é passageiro. Intenso. E eterno. Dois espaços e os mesmos personagens. Reconto&#160;<a href="http://www.pablopereira.com.br/aura-clara-xiii/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Por <strong>Pablo Pereira</strong>
</br></br>
<p style="text-align: justify;">Algo se quebrou. Beijo partido. Espera. Palavra partida. Espera contínua. Mais uma vez. A ilusão arrefeceu. O aroma dissipou. A palavra findou. Espera. E o sonho encantado parece desmanchar. Recomeço aqui. Uma história atemporal. As passagens constituem um novo encontro entre dimensões. Tudo é passageiro. Intenso. E eterno. Dois espaços e os mesmos personagens. Reconto a história. É preciso respirar. É preciso flutuar silenciosamente. Horas e mais horas. Silêncio. Ausência partida. Pele que exige a presença. Boca que deseja o aroma tão íntimo. Agradável ao olhar colorido.</p>
&nbsp;
</br></br>]]></content:encoded>
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		<title>Aura Clara XII</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 09:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pablo Pereira Momento. E apenas o momento. Sem as preocupações aleatórias nem os panos apertados do dia a dia. Palavras que fluem, sentimentos que cercam. Simplesmente. Num vai e vem contínuo. De curiosidade recíproca. À espera de mais um verso. Completos. Um e outro se entregam e revivem e pressentem e discordam. Amam. Estar juntos. Por saberem&#160;<a href="http://www.pablopereira.com.br/aura-clara-xii/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Por <strong>Pablo Pereira</strong>
</br></br>
<p style="text-align: justify;">Momento. E apenas o momento. Sem as preocupações aleatórias nem os panos apertados do dia a dia. Palavras que fluem, sentimentos que cercam. Simplesmente. Num vai e vem contínuo. De curiosidade recíproca. À espera de mais um verso. Completos. Um e outro se entregam e revivem e pressentem e discordam. Amam. Estar juntos. Por saberem que o agora é a única possibilidade do eterno. Por sentirem a necessidade da voz, do aconchego, da partilha. Repletos de vida. Enamorados da conquista, do instante, da alegria. De se viver o momento. E apenas o momento.</p>
</br></br>]]></content:encoded>
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		<title>Aura Clara XI</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 09:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pablo Pereira Momento. E apenas o momento. Sem as preocupações aleatórias nem os panos apertados do dia a dia. Palavras que fluem, sentimentos que cercam. Simplesmente. Num vai e vem contínuo. De curiosidade recíproca. À espera de mais um verso. Completos. Um e outro se entregam e revivem e pressentem e discordam. Amam. Estar juntos. Por saberem&#160;<a href="http://www.pablopereira.com.br/aura-clara-xi/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Por <strong>Pablo Pereira</strong>
</br></br>
<p style="text-align: justify;">Momento. E apenas o momento. Sem as preocupações aleatórias nem os panos apertados do dia a dia. Palavras que fluem, sentimentos que cercam. Simplesmente. Num vai e vem contínuo. De curiosidade recíproca. À espera de mais um verso. Completos. Um e outro se entregam e revivem e pressentem e discordam. Amam. Estar juntos. Por saberem que o agora é a única possibilidade do eterno. Por sentirem a necessidade da voz, do aconchego, da partilha. Repletos de vida. Enamorados da conquista, do instante, da alegria. De se viver o momento. E apenas o momento.</p>
</br></br>]]></content:encoded>
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		<title>Aura Clara X</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 09:00:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pablo Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Pablo Pereira Passeio de mãos dadas com o sol. Mergulho nos olhos claros. Embriago-me de luz. Respiro a aura clara. E me encontro no abraço encantado. De sonhos inusitados. Sempre. De sorrisos intermináveis. Deliciosamente. O perfume se prende à minha pele. Exagero na dose, já não vivo sem. A voz luminosa que conduz meus passos apertados. No&#160;<a href="http://www.pablopereira.com.br/aura-clara-x/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Por <strong>Pablo Pereira</strong>
<p style="text-align: justify;">Passeio de mãos dadas com o sol. Mergulho nos olhos claros. Embriago-me de luz. Respiro a aura clara. E me encontro no abraço encantado. De sonhos inusitados. Sempre. De sorrisos intermináveis. Deliciosamente. O perfume se prende à minha pele. Exagero na dose, já não vivo sem. A voz luminosa que conduz meus passos apertados. No instante do acolá, sem pausas nem recuos. Postura
indelével de quem compreende o valor de caminhar embriagado.</p>
&nbsp;]]></content:encoded>
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